terça-feira, 17 de abril de 2012

QUANDO DOÍ UM CORAÇÃO


QUANDO DOI UM CORAÇÃO.
Ainda sinto em min ‘alma
Pingos de tuas lágrimas
Feito um rio que desagua
Numa correnteza gélida.
Ouço tuas palavras ecoarem
A cortarem meu peito febril
Dor oculta, coração ardente.
Feito pássaro num voo em fim.
Saudade que fez sua viagem
Deixando lembranças infinitas
Marcadas com ferrão de imagens,
Sons, lágrimas jamais esquecidas.

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